“Os Infelizes”

Comentando o comentário do post anterior;

Não escrevo aqui para lerem e depois ir me dizer se gostaram ou não, não. Também não escrevo para conscientizar ninguém. O quê todos veêm aqui, não passam de pensamentos ou simples coisas que escrevo no dia-a-dia. Acho que assim não fico tão sobrecarregado de idéias.

O grande erro do reles ser humano (lê-se “civil inconformado”), é pensar que ele é apenas a platéia. O mundo não é feito só pelos de “grande influência”. O mundo, somos nós.
Uma gota de veneno em um copo cheio de água, pode não matar, mas não deixará de fazer mal a quem o tomar.
Tudo bem que o assunto aqui é outro, mas a revolução parte de cada um… e todos somos capazes do que quisermos.

Querida Amy, obrigado pela visita, e claro, pelo comentário.
Se quiser pegar meu contato para conversármos um pouco sobre o que você acha e o que eu escrevo, será ótimo.

Vida[r]²

Por pré-jurgar que todas as pessoas são iguais, acabamos nos esquecendo que também estamos dentro deste circulo.

Não estou gostando de mim ultimamente.
Que preguiça da vida que eu tô.
Ah, pra quê chutar a bola? Pra quê tentar acertar ela dentro da rede por 90min? Pra quê se matar por quem faz isso?
Tanta futilidade, tanto tempo desperdiçado pra nada… este tal ser humano inventa cada coisa pra subir seu ego, para o fazer feliz.

Tô com preguiça de tudo isso…
Besta isso, né?!

Vida[r]

Duas idéias distintas me trazem até aqui. Um conflito, por vezes insuportável. Mas não seria tão perfeito se fosse diferente. Se não fosse tão complicado.
Apesar de hoje me prender ao “mas”, ontem me apeguei tanto ao “tanto faz”… e é inevitável não colher os frutos do “volta e refaz”. Mas nem sempre voltar é o melhor caminho. As vezes, até impossível.

“… não podemos vender cada segundo vivido por nada, e devemos pagar o preço que for para continuar a viver…”
Gustavo Mello

Clímax

Destino…

Adora ser mudado. Obviamente, nunca é alterado.
Começando uma nova velha época. Tenho medo de não voltar aqui, novamente.
Mas afinal, isso existe mesmo, ou é só fantasia, coisa da nossa cabeça?!
Pra quê fazer da vida uma obrigação? Pra quê nos obrigar a viver?
Assim não quero… e quem além de mim pode me privar de algo?
Por mais rebelde que isso pareça, não passa de apenas mais uma tentativa de entender vários sentimentos. Sentimentos que outrora até chegavam a me dar prazer. Mas a liberdade exige mais de mim e eu, sempre acabo exigindo mais dela.
O que é mais aprazível que se olhar no espelho e pensar: “hoje eu quero ser assim!”?!
Tolice é viver de vaidade… viver do que é aparente… seja como for, isso passa. Só o que se sente dura tempo suficiente para ser eterno.
Se ainda assim eu não tiver outra saida, me olharei no espelho e continuarei a fantasiar a pessoa que meu ego deseja.

Brisa, ó brisa…

Escolhas…

É tempo de escolhas…
De escolher como vai ser tudo daqui pra frente. De pensar no que vai ser melhor ou ao menos mais produtivo.
Mesmo que muitas vezes a vaidade escolha por nós, não é bom pensar muito nisso. Sabe, só para o arrependimento não bater. De todo jeito, a saudade e aquela dorzinha no peito que sempre encomoda um pouco, acabam ficando. Ainda assim, se nada der certo no final, não vamos pensar que fizemos a escolha errada, mas sim que apenas não soubemos aproveita-la como deviamos.

A origem… não pelo começo, nem completa.

“[...] Ela veio em minha direção como se nada tivesse acontecido. Naquela mini-saia, eu a despia com os olhos de uma forma tão explícita, que no fundo até chegava a me constranger. Ah, eu não sabia o que fazer…
Ela joga sujo quando vem me falar aquelas coisas que, por Deus, eu odeio ter que ouvir e depois forçar para não parecer um idiota. Mesmo sabendo que eu não queria estar nesta condição a que me submete, ela não se importa em me deixar ali penando, enquanto fala daquilo que a faz tão feliz…
E essas lágrimas?! É sono, a dias não durmo pensando no que eu estou fazendo. Descumprir minhas promessas parece ser tão sem importância. Entretanto, depois só sobram as unhas ruídas e os filtros de cigarro espalhados pelo chão.
O que eu devo fazer? Talvez eu me sente por horas, depositando meus pensamentos em um papel, que na certa será amassado e jogado na lata de lixo mais tarde. Ou talvez eu beba aquela garrafa de wisky, que é a única a me receber com um sorriso verdadeiro ao chegar em casa exausto de mais um dia de trabalho e frustrações.
Me embriagar seria o bastante para esquecer o que me levou ao mesmo?
Vou deixar a vida me dopar por si só. Já não vou mais interferir no caos que move tudo isso. Agora te matarei em minhas memórias. Será que você realmente existiu?
Ou seria apenas mais uma peça que minha mente me pregou, a fim de me seduzir a entrar no buraco e de lá gritar seu nome seguido de um “socorro”?
Nunca saberei, pois não fui corajoso o bastante para enfrentar-te de frente e ouvir o que você teria a dizer sobre toda essa loucura. [...]“

Trecho de um livro que gosto muito, “Eu e mais de mim“.

O diferente é igual

Primeiramente, comentando o comentário do post anterior; para estar bom não precisa estar completo. A insatisfação é relativa.

Cada dia mais, busco um diferencial… uma coisa que está cada dia mais difícil de ser encontrada. Uma coisa que me destaque aos meus olhos, e não aos olhos de um todo, que sempre vai esperar mais e mais do que eu acho que ja basta. Mas a vaidade é tanta, que sem perceber me desvio fácil deste caminho. Uma cegueira instantânea e inivetável. Uma coisa que me leva e me deixa no meio de todos. A sensação é tão boa, que fica difícil acordar e ir embora; deixar só nas lembranças. Vez ou outra, quando consigo me levantar e sair, chego até a esquina e coloco a mão no bolso, putz, esqueci algo… o quê era? – Minha cabeça.
Então eu volto… acabo ficando e me perdendo por la mais uma vez. Quem sabe um dia será diferente, quem sabe vou conseguir caminhar sem olhar pra trás e me encher de vontade de fazer o mesmo, outra vez.

Para quê procurar o novo a frente?
Palavras novas são encontradas no velho dicionário frequentemente.

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